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Dia do Orgulho Geek: com R $ 100 milénio em HQs e mangás, colecionador tem até autógrafo de Alan Moore | Amapá

No quarto do amapaense Isaías Corrêa Júnior é guardado um verdadeiro tesouro, medido pelo jurisconsulto, de 31 anos, em murado de R $ 100 milénio. Não é ouro, nem joias, mas trata-se de um tanto muito mais valioso para ele: a coleção de mais de 1 milénio exemplares de mangás, quadrinhos e figuras de ação para olhar os olhos de qualquer entusiasta da cultura pop.

Nesta terça-feira (25), data em que se comemora o Dia do Orgulho Geek, o G1 conversou com o colecionador que mostrou algumas raridades adquiridas. Entre elas, um autógrafo do jornalista Alan Moore, aclamado pelos trabalhos “Batman: A Piada Mortal”, “V de Vingança” e “Vigilantes”.

A paixão do jurisconsulto pela cultura geek vem desde a puerícia. Nascido nos anos 90, Isaías conta que propagação numa era em que a televisão oportunidade brasileira era repleta de desenhos de super-heróis, animes e live-actions japoneses.

Mangá “Dragon Ball” volume 6, o primeiro comprado por Isaías – Foto: Isaías Júnior / Registo Pessoal

Quando tinha 4 anos de idade teve contato com os quadrinhos por meio da “Turma da Mônica”. Porém, a primeira obtenção só foi verosímil aos 10 anos, quando ganhou do pai a edição número 6 do mangá “Esfera do Dragão”.

Depois de um tratado com a seriedade, a coleção de virou hobby e passou a ser tratado com a seriedade. Essa também foi a era que teve contato com os quadrinhos europeus e que apresentam roteiros mais elaborados.

“Entrei pesado nesse ramo quando co- mici a trabalhar. Aí tecni a montar a que a minha coleção é hoje em dia, comai a ter contato com os quadrinhos mais adultos, europeus, europeu a ler uma HQ chamada ‘Retalhos’, CMi a expandir e transformar em hobby “, relatou.

Mangás “Cavaleiros do Zodíaco – Incidente G” volume 19 e “Berserk” volume 13 – Foto: Isaías Júnior / Registo Pessoal

Entre os exemplares preferidos, Isaías elencou uma vez que HQs “Grandes Aventuras do Varão-Aranha” e os mangás do “Cavaleiros do Zodíaco”. O colecionador também citou uma vez que raridades da coleção.

“Coisas da minha coleção raras no mercado: ‘Cavaleiros do Zodíaco – Incidente G’ volume 19 é vasqueiro porque a tiragem foi baixa; coleção completa de ‘Berserk’ contando com o volume 13, que é esgotada hoje em dia e vale murado de R $ 300; edição nº 1 do ‘Demolidor’ de Mark Waid, que também é considerado vasqueiro; também tenho ‘Y – O Último Varão da Terreno’ a edição nº 1, que é quase impossível de descobrir num preço alcançável “, afirmou.

Coleção de Isaías com alguns quadrinhos escritos por Alan Moore e bookplate (em branco) assinado pelo responsável. – Foto: Isaías Júnior / Registo Pessoal

No entanto, a maior das raridades da coleção, uma arte impressa autografada pelo jornalista Alan Moore, foi obtida sem gastar nenhum verba. Tudo aconteceu por meio de um sorteio no Instagram em novembro de 2020.

“Uma editora brasileira lançada uma HQ do Alan Moore chamada ‘O Gato Mágico’ que são uma tirinhas de um gato que ele fez lá na Inglaterra. placa de livro, que é uma arte impressa desse quadrinho, que ele assinou com o próprio punho. E o Alan Moore falou que ele faria esse placa de livro, mas contando que a editora não vendesse, que ela sorteasse entre os clientes. E aí eu participei do sorteio no Instagram e eu consegui “, contou.

O colecionador sabe do valor do placa de livro assinado por Alan Moore, que é vendido na internet por não menos que R $ 2 milénio. Segundo Isaías, o objeto é tão vasqueiro que só existem 200 no mundo todo.

“Eu tenho na minha lar, falta encaixilhar ainda, um bookplate assinado em mãos pelo Alan Moore. Porquê ele é recluso, é um face que quase não sai da lar dele na Inglaterra, ele participa muito pouco de eventos, portanto esse bookplate, se eu não me miragem, só tem 200 no mundo “, diz.

Coleção de HQs, mangás e figuras de ação do jurisconsulto Isaías Júnior – Foto: Isaías Júnior / Registo Pessoal

O colecionador relatou que faz uma limpeza na estante onde os quadrinhos ficam pelo menos uma vez por semana e também evita deixar os exemplares expostos à umidade e vento para que as folhas não se danifiquem. A teoria é no horizonte montar um escritório para zelar a coleção

“A minha coleção hoje fica no meu quarto. A minha intenção é que quando eu mudar de lar, ter um escritório onde ela pode permanecer totalmente exposta, onde vou ter cuidados maiores, porque algumas coisas da minha coleção ficam guardadas em armários”, conta .

Exemplares guardados em – Foto: Isaías Júnior / Registo Pessoal

Sobre o consumo de quadrinhos e mangás em seguida a crise econômica causada pela pandemia e a consequente subida no dólar, Isaías relatou que diminuiu no caso dele. Atualmente, o colecionador se diz mais criterioso ao fazer uma compra e às vezes opta pela versão do dedo na intenção de forrar.

“Com certeza diminuiu a compra, não só pela pandemia, veio a crise que se iniciou nessa última dezena e o dólar vem sempre disparando. E quando sobe o dólar sobe tudo, o preço do papel, o preço da cobertura cartão, o preço dos direitos direitos, portanto, uma vez que editoras vão passando todos os aumentos para o consumidor. E isso torna a gente cada vez mais criterioso no momento da compra “, revelação.

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