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Festival das Marias no Brasil apresenta cantoras compositoras na série 12 Histórias ‹O Regional

Dando sequência às atividades e ações que antecedem a edição 2021, o Festival das Marias – Festival Internacional de Artes no Feminino apresenta uma série músico 12 Histórias, a partir do dia 22 de julho em seu ducto – YouTube / Festival das Marias.

A iniciativa consiste em disponibilizar gratuitamente 12 micro-documentários com mulheres cantoras / compositoras que falam sobre o lançamento recente de seus singles autorais nas plataformas de música. Em julho, o publico pode escoltar as sete primeiras histórias com: Amanda Temponi (solteiro: Não Estou Artista), Sejuh (solteiro: Você diz que a vida passou), Re Chandra (solteiro: Voz do Infinito), Julia Pagano (solteiro: Repara), Eva Treva (solteiro: Barata), Nathalie Alvim (solteiro: Outro) e Tabatha Sanches (solteiro: Sinais), uma a cada dia, a partir de 11 horas, respectivamente nos dias 22, 23, 26, 27, 28, 29 e 30 julho.

Os episódios foram obtidos e gravados no Estúdio O’Sete Arte, em Diadema, com a direção artística de Letícia Aoki e produção músico do baterista Gudino Miranda. Nos vídeos, além de um clipe da música com cenas captadas no estúdio, cada artista fala sobre as particularidades da formação apresentada e faz um prova sobre o papel da música em sua vida, refletindo sobre a relação pessoal com a arte.

A teoria de 12 Histórias surgiu em 2018. No mesmo ano, Gudino e Letícia produziram os quatro primeiros episódios de forma independente. Dois anos depois, o projeto foi concluído com o esteio do Governo Federalista e da Secretaria de Cultura de Diadema, por meio da Lei Aldir Blanc. O Festival das Marias entra porquê parceiro do O’Sete Arte para dar palco à música dessas mulheres, difundir suas histórias e contemplar o fazer femininoA partir de agosto, será apresentado um incidente por mês de 12 Histórias: Flávia Ellen (agosto), Mariana Bisonti (setembro), Stela Nesrine (outubro), Pri Rosa (novembro) e Funmilayo Afrobeat Orquestra (dezembro).

O Festival das Marias

Nascido em Portugal, em 2019, o Festival das Marias – Festival Internacional de Artes no Feminino se apresenta porquê palco do feminino, trazendo o tema necessário ao fazer artístico da mulher e colocando criações femininas sob os holofotes. As protagonistas são mulheres brasileiras que atuam na música, nas artes cênicas, na literatura e nas artes visuais, entre outras áreas artísticas. O objetivo é incentivar e difundir o fazer nas artes pelo feminino, provocando reflexões sobre o impacto das desigualdades na vida das mulheres. A primeira edição no Brasil aconteceu em novembro de 2020 em formato online, a partir da cidade de São Paulo. Em 2021, o Festival das Marias no Brasil acontece entre os dias 18 e 25 de novembro, a partir das cidades de São Paulo e São Bernardo do Campo, simultaneamente à realização em Portugal, onde segue até 27/11.

FICHA TÉCNICA | Festival das Marias – Direção universal: Adriana Belic. Consultoria: Bianchi Associados. Curadoria artística – Portugal: Antonio Revez. Curadoria artística – Brasil: Bel Toledo. Curadoria de cinema: Pandora Filmes e Cine Petra Belas Artes. Curadoria Entre Marias – Portugal: Leo Almeida. Curadoria Diálogos Musicais – Brasil: Moradia da Zangão Cultural. Assessoria de prelo: Verbena Notícia. Assessoria em mídias: Platea Notícia e Artes. Suporte: Câmara Municipal de Beja, Governo de Portugal – DGArtes. Realização: CADAC – Companhia Alentejana de Dança Contemporânea, Lendias d’Encantar e Belic Arte.Cultura, com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo, Secretaria Privativo da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federalista .

FICHA TÉCNICA | 12 Histórias – Idealização: Gudino Miranda. Direção artística, retrato, filmagem e edição: Letícia Aoki. Assistência de retrato e filmagem: Camilla Miranda Barros. Músicos: Wellington Silva, Lucas Fiuza, Jonatas Francisco, André Matanó, Gustavo Oliveira, Érica Motta, Victor Kutlak, Rodrigo Simplicio. Gustavo Godoy e Ivan Liberato. Cantoras: Amanda Temponi, Sejuh, Re Chandra, Julia Pagano, Eva Treva, Nathalia Alvim, Tabatha Sanches, Mariana Bisonti, Flávia Ellen, Stela Nesrine, Pri Rosa e Funmilayo Afrobeat Orquestra.

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Série documentários musicais: 12 Histórias

Festival das Marias – Festival Internacional de Artes no Feminino

Dados: 22 a 30 de julho de 2021 – a partir das 11h

22/7 Amanda Temponi Não Estou Artista

23/7 Sejuh Você diz que a vida passou

26/7 Re Chandra Voz do Infinito

27/7 Julia Pagano Repara

28/7 Eva Treva Barata

29/7 Nathalie Alvim Outro

30/7Tabatha SanchesSinais

Via de exibição: YouTube / Festival das MariasFestival das Marias – YouTube

Gratuito. Duração média: até 10 min. Classificação: Livre.

Esta atividade integra as ações do Festival das Marias no Brasil, que ocorre de 18 a 25 de novembro / 2021, cuja programação será divulgada oportunamente.

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Gudino Miranda & O’Sete Arte – Baterista com mais de 10 anos de curso, teve contato com o mundo percussivo ainda gaiato em uma escola de samba. Aos 12 anos, entrou para a Orquestra Mirim de SBC, regida pelo Maestro Frigideira. Em 2012, integrou a Orquestra Zignal, com um qual gravou disco produzido por Rick Bonadio, cuja música “Reggae do Horto”, integrou a trilha da romance Em Família (Rede Mundo). Em 2017, tocou na turnê de lançamento do CD Esquina da Areia, de Beba Zanettini, e ingressou no grupo de percussão contemporâneo da FIAM-FAAM, onde concluiu bacharelado em Bateria. Porquê produtor músico, assina o álbum Fique’mpaz, do grupo Ágora. Em 2019, fundou os trios Trívia e Beba Trio, atuando também porquê produtor, com os quais teve quatro músicas incluídas na playlist Jazz Brasílico, do Spotify. Produziu ainda os projetos Clarena, Guatambu e Tocaê e as cantoras Sejuh, Amanda Temponi, Julia Pagano e Re Chandra. Em 2017, Gudino fundou o Estúdio O’Sete Arte, em Diadema, SP. Produção músico, gravação, mixagem e masterização são os serviços realizados. Além das atividades presenciais, conta também com estrutura para produções online.

Letícia Aoki – Estudante de produção audiovisual, Letícia acredita que o trabalho de retrato e vídeo vai além de só um registro, por isso procura histórias reais por meio de seus trabalhos. Atuante nesse segmento, há mais de 5 anos, deu início ao projeto 12 Histórias em parceria com a O’Sete Arte, em 2019, com o objetivo de saber artistas mulheres independentes e dar voz às suas histórias porquê forma de inspiração e motivação para outras mulheres. Atualmente, também trabalha na geração de novos projetos com a sua Produtora Universitária YGG Studios, atuando porquê cinegrafista na videoarte Corda de Vênus, diretora do videoclipe Intocável da cantora Amanda Temponi e diretora de retrato do curta-metragem Mão Dupla.

Amanda Temponi – Amanda é cantora, compositora e arranjadora vocal. Sua música é popular brasileira com influências do jazz, soul e R&B. Em 2019, lançamento do primeiro single, Não Estou Artista, que integra o projeto 12 Histórias, do O’Sete Arte. No mesmo ano, participou do Sonora Festival Santos porquê a compositora convidada e lançada com a filarmónica Ágora o single Reflexos, de onde nasceu uma parceria que gerou seu primeiro disco, homônimo (2021). O álbum autoral contou com a participação de Vanessa Trigueiro, Lívia Nestrovski, Nailor Proveta e Gabriel Levy. Antes do trabalho solo, teve diversas experiências com a música vocal, entre elas está o Grupo Vocal Seis Canta, do qual ainda faz secção.

Sejuh – Sejuh (Anelyse Brañas) iniciou sua curso músico, aos 13 anos, numa parceria com o primo Denis Mandarino que trazia um estilo classic rock. Além de músicas assinadas por Mandarino, o trabalho conversava com Led Zeppelin, Janis Joplin, Jimi Hendrix e outros. Mais tarde, formou com amigos a filarmónica Polifônicos, tocando grunge por 10 anos, antes de assumir uma curso solo. Depois de uma pausa devido à maternidade, no final de 2017, ela volta aos palcos com um projeto de reggae e, em 2018, lançamento do primeiro EP Eu reinvento, escoltado por webclipe da canção-título. No ano seguinte, laçou o solteiro Você diz que a vida passou, dentro do projeto 12 Histórias, seguido por dois outros, todos direitos autorais.

Re Chandra – Apaixonada por artes, Ren Chandra sempre esteve em contato com a música. O início da curso foi cantando em bares com uma filarmónica formada por amigos, até iniciar o trabalho porquê compositora. De 2015 a 2019, integrou a filarmónica Dupla Caipira de Reggae com a qual lançou seu primeiro clipe, Lamento e Vasa. Em seguida finalizar estudos acadêmicos voltados para arte com ênfase em dança, voltou a se destinar à curso músico, dando início à produção independente de suas composições com o intuito de espalhar as mensagens que acredita através do som.

Julia Pagano – Cantora, compositora e instrumentista originário de Rio Evidente, interno de São Paulo, Julia Pagano faz do trovar uma ponte com seu interno, utilizando uma música porquê forma de expressar sua forma de ver a vida e o mundo. Com sonoridade que flerta com o contemporâneo, suas composições passeiam pelos vários gêneros brasileiros, entregando canções repletas de sentença e sentimento. Julia participa do projeto 12 Histórias, do Estúdio O’Sete Arte, com o single autoral Repara.

Eva Treva – Cantora e compositora transgênero, nascida no sertão da Paraíba e radicada no bairro Capão Rotundo, em São Paulo. Suas referências passeiam pelo forró, que permeou sua puerícia, pelo rock anos 2000, que costurou sua mocidade, e pelos movimentos da MPB, presentes na ingressão para a vida adulta. O pop americano da noite LGBTQIA + e o funk também fazem secção de seu universo músico. As letras de suas canções buscam ser diretas, mas densas; cruas, mas poéticas; simples, mas não superficiais. Sua arte clama por saudação à variação e à liberdade de ser somente quem se é.

Nathalie Alvim – A cantora e compositora paulistana, de quem trabalho reflect o caos e contradições da metrópole, é formada em quina popular pela Faculdade Santa Marcelina. Com passagens pelo The Voice Brasil e a filarmónica do programa Só Toca Top (Rede Mundo), foi Tradutor do projeto Rock’n’Soul. Já enveredando pelo universo da formação, produziu seu show Inverso Lab, uma parceria músico com Agenor de Lorenzi. Lançou o primeiro single, Bagunçada, em 2019, e o primeiro álbum autoral, Visceral, em 2020. recentemente, com o single Azul Salso, inaugurou uma temporada da MPB na curso. Atualmente, investe na produção, assinada por Ricardo Prado, do EP Outro, nome também single que integra o projeto 12 Histórias

Tabatha Sanches – Tabatha é professora de quina, preparadora vocal e cantora popular formada em quina popular e em técnica de quina, além de estudar quina lírico com Andrea Kaiser. Pela Escola do Auditório Ibirapuera científica a linguagem da música brasileira em toda a sua extensão. Foi solista na big band Furiosa do Auditório Ibirapuera, solista convidada na OBA – Orquestra Brasileira do Auditório e soprano no Coral Jovem do Estado de São Paulo. Já cantou ao lado de Dori Caymmi, Chico César, Marcelo Jeneci, Xênia França, Jards Macalé e Sérgio Santos. Atuou no coro cênico dos espetáculos Hum Mar de Paixões (músicas de Dorival Caymmi e Vinicius de Moraes) e Rumo dos Ventos (músicas de Paulinho da Viola). Ó solteiro Sinais brotou do sentimento da maternidade, é um acalanto referto de ternura. “Sinais fala sobre carinho, paixão e aventuras que eu viveria, e hoje vivo, com meu pequeno, minha florzinha pequenina ”, comenta a cantora.



Inspirado no Post: Se Quiser Ver o Original

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