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Isabella Fiorentino: “Precisava permanecer mais próxima e ter mais tempo com meus filhos” – Quem

Isabella Fiorentino se descobriu em multitarefas na quarentena (Foto: Arquivo pessoal)

Isabella Fiorentino se descobriu em multitarefas na quarentena (Foto: Registro pessoal)

Isabella Fiorentino, 44 ​​anos de idade, descobriu a paixão pelo surfe durante uma quarentena, motivada pela pandemia da Covid-19. A apresentadora e consultora de voga conta que se sente motivada a melhorar nas ondas. “O bichinho do surf realmente me picou e me tornei uma apaixonada pelo esporte”, afirmou em conversa com Quem.

Mãe dos trigêmeos – Bernardo, Lorenzo e Nicholas, de 9 anos -, Isabella conta que a quarentena possibilitou um convívio mais próximo com os garotos. “Quando uma pandemia aconteceu, veio uma vez que um respiro para a minha vida profissional e me conectou mais com as crianças. Estabeleci uma intimidade maior, me reconectei a eles. Isso foi muito importante para mim”, afirma Isabella.

Conhecida por adotar uma postura discreta na exposição dos filhos de seu conúbio com o amante Stefano Hawilla, a apresentadora afirma ainda que buscou humanizar sua presença na web desde que as gravações do Esquadrão da voga foram interrompidas pelo SBT. “As redes sociais mostram a vida editada, onde você mostra seus melhores momentos e não os perrengues. E os perrengues existem. Por exemplo, as aulas online com meu rebento próprio são sofridas e as pessoas não faziam disso teoria”, afirma Isabella, referindo -se a Lorenzo, que tem necessidades especiais.

Durante uma pandemia, surgiram vimos uma versão Isabella surfista. Quando deliberar pegar ondas?
Minha família é toda surfista. Minhas irmãs namoraram surfistas, meu irmão surfava… O surf é tão mágico. Você fica em contato com a natureza e testa seus limites. No término de 2020, viajamos para a praia e queria fazer alguma atividade em que todos – eu, meu marido e meus filhos – pudéssemos fazer juntos. Comprei pranchas para mim e para eles. Comecei a surfar na lar dos 40 anos. O surfe é um esporte de muito charme. O bichinho do surfe realmente me picou e me tornei uma apaixonada pelo esporte. Pretendo melhorar e evoluir. É um esporte que não tem idade para parar. Faço lição com uma senhora de 73 anos. É um esporte superdemocrático. Aliás, é mais que um esporte. É uma arte, por fim, você vai desenhando suas ondas.

Isabella Fiorentino descobriu paixão pela surfe na quarentena (Foto: Arquivo pessoal)

Isabella Fiorentino descobriu paixão pela surfe na quarentena (Foto: Registro pessoal)

E considera-se corajosa?
O componente coragem não me falta. Sou obstinada em fazer muito muito o que me proponho e a coragem me impulsiona. Quando cosmi a pegar vaga, senti que poderia permanecer em pé na prancha. Tomei muitos tombos, ganhei vários roxos no corpo, mas fui perseverando, fazendo lição e acabei descobrindo que o surf é o esporte que eu mais senhoril.

Você falou sobre a procura de uma atividade que poderia reunir a família. Nesta quarentena, tornou-se ainda mais mãezona?
Estou tendo muito mais tempo para permanecer com as crianças e está muito permitido. Quando meus filhos nasceram, logo quis ser aquele ideal de mãe – presente, companheira, amiga -, mas sem deixar de ser a profissional que sempre fui. E é realmente impossível ser a mãe nota milénio ea profissional nota milénio em todo tempo. Em qualquer momento, você vai falhar um pouco e acho isso ótimo. Finalmente, somos seres humanos falíveis e é preciso desconstruir essa teoria de que conseguimos fazer tudo, dar conta de tudo… No meu caso, quando tive os meninos e eles nasceram prematuros, eu logo fiquei superfocada, parei de trabalhar e foi uma dedicação totalidade. Quando deliberar voltar ao trabalho, deve-se colocar na balança.

No dia 1 de junho, Isabella Fiorentino completou 44 anos de idade e ganhou bolo temático de surfe (Foto: Reprodução / Instagram)

No dia 1 de junho, Isabella Fiorentino completou 44 anos de idade e ganhou bolo temático de surfe (Foto: Reprodução / Instagram)

De que forma?
Nos momentos em que podia estar com eles, eu realmente estava 100% com eles. Quando estava trabalhando, estava ali focada e fazendo meu melhor. Quando chegava em lar para permanecer com meus filhos, desligava o celular, sem interferência externa, sem pensar em trabalho. Não importante o tempo que fosse, era o meu tempo com eles. A qualidade é mais importante que o tempo. Muitas mães sentem culpadas por não estar o tempo todo com os filhos, mas considera que a qualidade do tempo que desfrutamos com eles é o mais importante. Quando eu estava trabalhando muito, decidi que as horas que estava com meus filhos seriam intensas e focadas neles. Tem que largar celular, olhar no olho.

Essa convívio que a quarentena impôs, o que te trouxe de descobertas?
Na pré-pandemia, estava em um ritmo realmente muito insano, com muito trabalho. Quando uma pandemia aconteceu, veio uma vez que um respiro para a minha vida profissional e me conectou mais com as crianças. Acho que estava em um relacionamento um pouco superficial com os meninos. Quando a gente tem mais tempo com as crianças, a gente consegue se aprofundar mais nas conversas, consegue perceber as nuances de comportamento e captar coisas no ar que, na correria do dia, nem sempre você consegue entender. Quando uma quarentena começou, reestabeleci uma intimidade maior com as crianças, eu me reconectei a eles. Isso foi muito importante para mim. Temos que dosar ou quanto se ausentar de lar. Acho que uma pandemia trouxe isso para muitas mães e possibilitou a aproximação.

Isabella Fiorentino com Bernardo, Lorenzo e Nicholas, seus filhos trigêmeos (Foto: Arquivo pessoal)

Isabella Fiorentino com Bernardo, Lorenzo e Nicholas, seus filhos trigêmeos (Foto: Registro pessoal)

Muitas mães penaram com o homeschooling. Porquê foi a dinâmica na sua família?
O Lorenzo tem tutor, precisa sempre ter alguém ao lado dele na escola. Ver às aulas pelo computador era um tanto que ele nunca havia feito. Ele é uma párvulo próprio e parou de ter a rotina de aulas e do convívio para ter aulas online. Para meus outros dois filhos também foi complicado, mas para o Lorenzo ainda mais permanecer no chat de aulas sem o tutor. Eu sou mãe, não sou pedagoga. Foi realmente muito difícil ajudar o Lorenzo na segmento pedagógica, psicológica. Os primeiros dois meses foram muito complicados.

Eles estudam na mesma sala?
Não. Bernardo e Nicholas estudam em uma escola internacional, já o Lorenzo estuda em uma escola brasileira. Os dois se adaptaram mais rapidamente. Acredito que para qualquer párvulo com necessidades especiais não seja simples. Foi difícil o processo com o Lorenzo e tenho uma equipe multidisciplinar que me ajuda e orientar em uma vez que mourejar com esse momento, explicar uma vez que é o vírus, o porquê de não estar vendo os amiguinhos na escola. Foi muito intenso, mas aprendi. Sou uma pessoa que, se me jogam uma explosivo atômica no pescoço, dou um jeito de me virar. Eu realmente permanecer mais próxima e ter mais tempo com meus filhos. Aprendi a mourejar melhor com as questões comportamentais do Lorenzo. Tive um estágio muito grande nesses meses todos sendo mãe, professora, psicóloga, pedagoga, fono, fisio.

Multitarefas!
Totalmente multitarefas. Para as crianças, ter pai e mãe dentro de lar é um tanto que não existia. Eles puderam curtir mais os pais em lar.

Nova adepta do surfe, Isabella Fiorentino afirma ser corajosa para enfrentar as ondas (Foto: Arquivo pessoal)

Novidade adepta do surfe, Isabella Fiorentino afirma ser corajosa para enfrentar as ondas (Foto: Registro pessoal)

Você tem uma postura discreta e evita expor a família, mas suas redes sociais eam mostrando um pouco mais do seu cotidiano.
Na pandemia, acabei sentindo a urgência de mostrar um pouco mais da minha vida pessoal. Percebi a urgência de humanizar as minhas redes. Finalmente, era um período que tinha tanta gente se sentindo tão sozinha… As redes sociais mostram a vida editada, onde você mostra seus melhores momentos e não mostra os perrengues. E os perrengues existem. Por exemplo, as aulas online com meu rebento próprio são difíceis e as pessoas não faziam teoria disso. Realmente, quis humanizar e mostrar um pouco mais do meu dia a dia, apesar de eu não gostar de expor a minha vida pessoal. Não é do meu perfil mostrar meus filhos. Sabor de preservar minha intimidade, mas na quarentena senti urgência de mostrar meu lado humano e meus trabalhos sociais.

Os trabalhos sociais ganharam espaço durante uma pandemia?
Tinha um pouco de receio de mostrar e parecer que estava querendo unicamente me promover. Durante uma pandemia, percebi que a gente precisa estimular as pessoas a fazer o mesmo. Foi um divisor de águas. Criticada eu vou ser, mas se você conseguir atingir mais pessoas pelo lado bom, danem-se as críticas. Publicar os trabalhos sociais pode trazer um impacto bom.

Isabella Fiorentino completou 44 anos (Foto: Arquivo pessoal)

Isabella Fiorentino completou 44 anos (Foto: Registro pessoal)



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