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Lavrador não gosta de quem muda do lado, mas a lealdade é um resultado vasqueiro …


Guilherme Frederico Cordeiro

Assis – SP

Circula pelos aplicativos de mensagem uma historia que traça um ótimo paralelo em relação a tipos uma vez que Blairo Maggi e sua escória: “O empresariado brasílico e o píton da Tanzânia”, Responsável: Renato Sant’Ana … Nos EUA, uma família adotou uma vez que bichinho de estimação um filhote de píton proveniente da Tanzânia, uma cobrinha medindo um metro e meio. … Descrita uma vez que tendo um gosto incomensurável, a píton era o xodó da lar. E quatro anos depois a adoção já media seis metros.

Um dia, desejosa de fazer um lanchinho, uma serpente resolveu engolir uma moçoila de nove anos, que foi atacada enquanto dormia. Ora, no corpo a corpo, o desportista mais marombado não é páreo para uma píton. Mas o pai da moço, acudindo sem morosidade, um facão aguçado e fez o único que poderia salvar-lhe a filha: decepou a cabeça do monstro. Aquela família, com tão bons sentimentos, acreditou que bastava dar carinho à píton para ela se transformar em um bichinho afetuoso, mansinho e apegado ao ser humano, uma vez que costumam ser gatos e cachorros. Essa história passou num ducto da TV fechada. Fez lembrar a ingenuidade de alguns empresários que, embora defensores da liberdade, patrocinam rádios, jornais e TVs que colaboram com ideologias de namoro revolucionário. Com o ar apalermado de quem afaga uma serpente, muitos acreditam que os adoradores de revoluções atuantes na mídia são inofensivos. Pois faço um duelo que sintetiza a seriedade da coisa: mostrem uma só reportagem sobre o Pensão de S. Paulo (FSP) publicada por qualquer veículo de grupos uma vez que Orbe, Bandeirantes ou RBS, por jornais uma vez que Folha de S. Paulo e Estadão, ou por alguma das grandes revistas. E a que vem esse duelo? Ora, criado em 1990 por Fidel Castro, Hugo Chaves e Lula para o término de espalhar ditaduras bolivarianas pelas Américas, o FSP é o comitê médio das esquerdas latino-americanas. Reúne não só partidos legalizados, mas até as FARC, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, promiscuidade de marxismo e narcotráfico. Presença oculta nos governos de Lula e Dilma, o FSP é indissociável da grossa prevaricação desvendada na Lava Jato. Mas seu projeto mais bem-acabado é a Venezuela, que passou de país mais rico da região a território de mendigos: ditadura extremista, prensa amordaçada, tortura, presos políticos, setor produtivo destruído, informação de sete (sete!) Completo, inadvertido, desabastecimento e lazeira. Vendo agonizar o país que amam, há empresários venezuelanos que hoje se desesperam, só agora conscientes de que pecavam por falta de visão ampla, de que tinha uma calculadora no lugar do cérebro de que estavam, fazendo pacto com o diabo ao transacionar com um governo de esquerda. No Brasil, por décadas, com o culposo silêncio da mídia, articuladinhos diziam que o FSP era “teoria da conspiração”. Foi o “ingênuo” Cabo Daciollo, falando uma vez que candidato num dos debates eleitorais de 2018, quem mais antecipou a tornar espargido esse conciliábulo de parasitas. A atitude da prensa frente ao FSP unicamente revela a natureza zero democrática dos moços que dominam uma vez que redações, quase todos amestrados por ativistas de esquerda, os seus professores na universidade. E pode piorar. Os grupos Orbe e Bandeirantes já assinaram “termo de cooperação” com o China Media Group, maior grupo de informação do mundo e braço do Partido Comunista Chinês. Píton substituída por dragão … E uma luz de alerta se acende agora: a Argentina está afundando no mesmo abisso, devolvida que foi ao FSP nas mudanças de 2019. Parafraseando James Carville, o marqueteiro de Bill Clinton em 1992, “é a natureza faz bicho, estúpido! “. Assim uma vez que uma píton não se transforma num gatinho fofo, militantes de esquerda não viram defensores da democracia – ao menos não enquanto sua militância é remunerada. E quem remunera essa turma? Patrocinadores! Entra, aí, dinheirinho do tributário por mãos de governantes, sabe-se. Mas o monstro não se criaria sem uma vez que verbas de publicidade da iniciativa privada. Evidente, quem produz, precisa anunciar para vender, assim uma vez que publicações de anunciantes. Mas, quem dá o diapasão nesse concerto? Em suma, ao nutrir a corrupta serpente do socialismo, segmento de nosso empresariado está fomentando um projeto que nega a propriedade privada e o livre mercado e que acaba com as liberdades individuais. Será que empreendedores, reais responsáveis ​​pela vitalidade da economia, vão patrocinar a “argentinização” do Brasil e permitir que o Pensão de S. Paulo retome o governo e, por término, nos transforme numa Venezuela? (Renato Sant’Ana é Jurisconsulto e Psicólogo).



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