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O jornalista e apresentador Pedro Andrade revela detalhes da sua primeira coleção de revestimentos – Mansão Vogue

O jornalista e apresentador Pedro Andrade revela detalhes da sua primeira coleção de revestimentos (Foto: Divulgação / Portobello)

Revestimento Jaipur, da coleção Horizontes, de Pedro Andrade para a Portobello (Foto: Divulgação / Portobello)

Uma parceria entre Pedro Andrade ea Portobello já tinha qualquer tempo quando o jornalista e apresentador se sentir confortável para inaugurar a desenvolver, junto a empresa, uma risco de revestimentos. A inspiração não poderia ser outra: as melhores viagens ao volta do mundo – ele já visitou mais de 60 países!

Cores, texturas, paisagens e, evidente, a arquitetura e o design dos cinco destinos favoritos do apresentador (Jaipur, Santorini, Tulum, Zanzibar e Novidade York, onde vive há quase vinte anos) foram traduzidos em porcelanatos com cinco tonalidades, cada uma delas com três diferentes superfícies, em pequenos formatos de 6,5 x 23 cm. A risco faz segmento da coleção 2021 da Portobello Unlimited Experience.

O jornalista e apresentador Pedro Andrade revela detalhes da sua primeira coleção de revestimentos (Foto: Divulgação / Portobello)

Revestimento Santorini, da coleção Horizontes, de Pedro Andrade para a Portobello (Foto: Divulgação / Portobello)

A seguir, Pedro conta sobre o processo de geração, suas referências e também uma vez que a relação com a lar se transformou no último ano, por conta da pandemia.

Uma vez que foi o processo de geração da coleção? Quais referências das suas viagens você trouxe na hora de desenvolver os revestimentos?

Sempre fui enamorado por arquitetura e a teoria de me envolver de maneira mais profunda nesse universo é um sonho idoso. Desde o início da minha parceria com a Portobello enxerguei essa colaboração uma vez que uma oportunidade de aprendizagem. Não acredito em atalhos e exatamente por isso sabia que tinha muito a aprender antes de dar início a um projeto uma vez que esse. Depois responder de contrato com alguns dos maiores arquitetos do Brasil, viagens ao lado da marca, campanhas e anos de um consumo quase obsessivo de livros, documentários e podcasts sobre o tema, me senti prestes para sugerir minha própria coleção. Desde que me tornei mensageiro da Portobello, passei a enxergar o mundo com outros olhos. De repente, construções, paredes, pisos, azulejos, tapetes, obras de arte, texturas, formas e núcleos se nascente de inspiração para o que mais tarde se tornaria minha própria risco.

A escolha das cinco cidades não foi alguma coisa fácil. Meu objetivo é trazer a origem desses lugares para dentro da lar de cada um e, de certa forma, levar o morador desse envolvente a esses destinos sem que ele preciso de uma passagem de avião. Não queria que as referências feitas óbvias, por isso, preferi não me inspirar em pontos turísticos ou edifícios icônicos. A escolha de cada peça tem muito mais a ver com o DNA de um lugar específico do que simplesmente com uma particularidade pontual.

Uma vez que foi a troca com os profissionais da Portobello para que vocês chegassem aos núcleos e texturas das peças?

A Portobello tem um estilo muito colaborativo de gerar cada coleção. Apesar de termos feito quase tudo remotamente por motivo da pandemia, tínhamos reuniões periódicas onde eu apresentava referências, trocávamos ideias, discutíamos possibilidades etc … capazes de transformar meu sonho em verdade.

A troca sempre foi construtiva e tenho absoluta ciência do privilégio que é poder compartilhar meu ponto de vista de forma segura e enxergar um noção abstrato, se tornar alguma coisa palpável. Durante esses diálogos, sempre fiz questão de mostrar fotos que havia tirado em minhas viagens, imagens de artistas locais, referências arquitetônicas e – principalmente – detalhes de uma vez que me senti em cada um desses destinos. A infusão disso tudo fez com que as cores e texturas brotassem naturalmente. Algumas referências são mais específicas, uma vez que por exemplo os tijolinhos inspirados em Jaipur na índia, enquanto outras, uma vez que os tijolos Novidade York, acabam sendo mais conceituais.

O jornalista e apresentador Pedro Andrade revela detalhes da sua primeira coleção de revestimentos (Foto: Divulgação / Portobello)

Revestimento New York, da coleção Horizontes, de Pedro Andrade para a Portobello (Foto: Divulgação / Portobello)

Quanto tempo durou o processo de desenvolvimento da risco? Teve alguma segmento que foi principalmente desafiadora para você?

Diria que o processo levou uns seis meses, do início ao término, levando em conta o traje de o mundo estar passando por um momento atípico. A segmento mais desafiadora do processo acontece quando aquilo a gente tem na nossa cabeça nem sempre funciona na vida real. Graças à infraestrutura, ao talento e à anelo da Portobello, o firmamento sempre foi o limite, no entanto, é importante priorizar o consumidor. O resultado tem que ser uma mistura daquilo que eu imagino e alguma coisa que também pode ser versátil. Nem tudo que é bonito em Tulum cabe dentro de nossa intimidade. Saber dosar cada pormenor foi fundamental para que a gente conseguisse um resultado elegante, sofisticado e multifuncional. Quando uma peça por possibilidade não funcionava, a gente voltava ao início do processo. Com isso dito, apesar dos critérios, posso expressar com persuasão que todas as etapas – sem exceção – foram absolutamente prazerosas.

Você está sempre rodando pelo mundo, mas imagino que, com uma pandemia, precisou permanecer em lar e, assim uma vez que muita gente, acabou criando novas relações com o lar. Uma vez que está sendo isso para você? Uma vez que você tem “vivido” sua lar nesse último ano?

2020 foi um ano trágico, mas não posso reclamar. Tive o privilégio de poder trabalhar em lar, de me cuidar, de estar sitiado por pessoas responsáveis ​​e de ter podido desenvolver projetos incríveis (uma vez que esse), apesar dos problemas. Escrevo uma pilar mensal para a Archtrends – uma plataforma do dedo da Portobello – e por via dela e da GloboNews, fiz uma cobertura intensa sobre o que a pandemia representou para todos nós. Momentos desafiadores são também uma chance de estágio e um deles foi a que não há investimento mais certeiro do que aquilo que diz saudação ao nosso lar. Nossa lar merece ser priorizada. Sempre disse que aquilo que escolhemos para o nosso quina diz muito sobre a gente. De certa forma nossos quadros, pisos, tapetes, luminárias, revestimentos, móveis e cores contam a nossa história. Para mim, o vista mais emocionante desse processo é imaginar os ambientes que serão criados com as peças da risco Horizontes. A meu ver, essa é uma parceria tão valiosa quanto a minha e a da Portobello … Uma cocriação do consumidor comigo. Estou ansioso e entusiasmado para ver uma vez que o meu resultado será usado por decoradores, arquitetos e pessoas que curtem meu trabalho ou que meramente se encantaram pela minha risco.

O jornalista e apresentador Pedro Andrade revela detalhes da sua primeira coleção de revestimentos (Foto: Divulgação / Portobello)

Revestimento Zanzibar, da coleção Horizontes, de Pedro Andrade para a Portobello (Foto: Divulgação / Portobello)

A coleção traz diferentes cores, você gosta de ousar nesse sentido? Uma vez que é seu estilo de decoração?

Viajando o mundo me dei conta de que a arquitetura brasileira é muito mais respeitada do que a gente imagina. Hoje em dia, alguns dos maiores nomes nesse segmento do Brasil. Meu grande companheiro Isay Weinfeld, Marcio Kogan, Arthur Casas e Ruy Ohtake são exclusivamente alguns exemplos. Acredito que meu estilo de decoração seja inspirado nesse tipo de olhar em que nossas raízes se misturam com uma elegância globalizada.

A escolha das cores é uma lanço complexa porque nem sempre aquilo que nos inspira mundo afora funciona dentro da nossa lar. Escolhi tonalidades que tivessem a minha origem, mas, que pudessem ser reinterpretadas de várias maneiras. Queria oferecer uma caixa de ferramentas para que cada um construísse alguma coisa próprio e genuíno com aquelas peças. Na risco Horizontes você vai encontrar desde toneladas mais versáteis uma vez que o Branco Santorini, o Azul Zanzibar e o Verdejante Tulum, até os mais ousadas uma vez que o Carvão Novidade York e o Coral Jaipur. Fiz questão que essas peças pudessem também ser usadas no piso da lar. A teoria de que a risco pode ser usada numa lareira, num banheiro, numa piscina, numa sala de estar ou numa cozinha me fascina.

O jornalista e apresentador Pedro Andrade revela detalhes da sua primeira coleção de revestimentos (Foto: Divulgação / Portobello)

Revestimento Tulum, da coleção Horizontes, de Pedro Andrade para a Portobello (Foto: Divulgação / Portobello)

Uma vez que você imagina os arquitetos, decoradores, designers de interiores e o público de modo universal utilizando as peças da sua coleção em suas casas? São muitas possibilidades, não?

Uma vez que mencionei, o objetivo é que esse seja exclusivamente o início de uma longa parceria com a Portobello e também com quem se enamorar pela coleção. Espero que os decoradores, arquitetos, paisagistas e consumidores, compartilhem comigo suas ideias, olhares e ambientes. Torço para que postem em suas redes sociais e me marquem para que eu acompanhe essa jornada. Adoraria que essa fosse exclusivamente a primeira de muitas linhas da coleção Horizontes. Inspiração não falta. Depois de visitar mais de países sessenta, tenho material para muitas colaborações.



Inspirado no Post: Se Quiser Ver o Original

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