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Tribuna do Setentrião – Quanto Antes Melhor: estilo de vida saudável previne o cancro de pomo

Ícaro Roble
Repórter

Um dos tipos de cancro com maior incidência nas mulheres no Brasil, o cancro de pomo representa 29,7% dos casos novos em mulheres no Brasil produção para o ano de 2020, o que corresponde em 66 milénio registros da doença. O cancro de pomo também representa o que mais mata no País, com 17 milénio casos, sendo 16% do totalidade de mortes por cancro em todo o território vernáculo. As altas estatísticas chamam a atenção de pesquisadores, oncologistas e mastologistas, que preocupados com o cenário, atentam para mudanças de patamar nas mulheres para diminuir a ocorrência de casos: a prevenção e os cuidados com uma vida saudável podem ser fundamentais para que não haja desenvolvimento da doença nas mulheres.

Créditos: Registro PessoalPara Iara Paiva, de 46 anos, que venceu o câncer de mama, o acesso à informação é vitalPara Iara Paiva, de 46 anos, que venceu o cancro de pomo, o aproximação à informação é vital

Com esse pensamento, a Sociedade Brasileira de Mastologia está preconizando, no ano de 2020, o movimento “Quanto Antes Melhor”, com o objetivo de conscientizar porquê mulheres para adotar um estilo de vida que auxilie na prevenção de enfermidades e tipos de cancro, incluindo o cancro de pomo. Entre as recomendações, atividades físicas regulares, alimento saudável, visitas regulares ao médico, exames preventivos e o tratamento, quando necessário, em seguida o diagnóstico positivo de um cancro.

“Podemos reduzir em 30% um cancro de pomo. Os resultados não são colhidos daqui há um ano, são colhidos ao longo do tempo. O que temos visto também são pacientes que têm cancro de pomo e na hora que ela modifica esses hábitos e estilo de vida, também reduz o risco do retorno da doença ”, comenta a presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia no Rio Grande do Setentrião, a a mastologista Daniella da Gama Dantas. “Essa noção de hábitos saudáveis ​​serve tanto para quem não tem, porquê para quem já teve”, acrescenta.

Durante o mês de outubro, uma Sociedade Brasileira de Mastologia tem sido utilizada porquê redes sociais para conscientizar o movimento da prevenção, com vídeos, postagens e vidas para levar informações sobre o tema. “Diversos ensaios clínicos apontam que a promoção da atividade física melhora a qualidade de vida, reduz a fadiga, aperfeiçoa a capacidade funcional e psicológica e o risco de morte por cancro de pomo, isso nos pacientes que tiveram o diagnóstico. E nas que não tiveram a doença, relacionadas a esse cancro na mulher ”, aponta.

Para a potiguar Iara Silva de Paiva, de 46 anos, a conscientização e o aproximação a informação são ferramentas importantes no diagnóstico do cancro de pomo, coligado às atividades pós tratamento. Depois ter vencido a doença, diagnosticada em 2018, ela explica que tem tentado mudar os hábitos no seu cotidiano, porquê exercícios físicos e uma alimento saudável.

“Quando terminei a radioterapia, pude começa a ateneu, passei 3 meses e fiz outra cirurgia, aí precisoi parar. Parei agora em março, tinha que passar 90 dias paragem. Voltei a caminhar e esse mês vou voltar pra ateneu. E a alimento, que é o que os médicos mais pedem para fazermos corretamente, quando comai o tratamento já procurei uma nutricionista. É tanto que não engordei, me mantive equilibrada. ”, Revelação.

Os primeiros sinais aconteceram em julho de 2018, quando ela ocorrer a presença de um nódulo numa de suas mamas e resolverá ir a um profissional, que a princípio, informou que haveria urgência de cirurgia, mas não havia diagnosticado o cancro. Desconfiada, outra médica, que constatou, em seguida novos exames, o cancro.

“Não estava muito avançado, mas também não era dos menores não. O nódulo já tinha 4 tipos ”, conta. Em outubro, fez quimioterapia, precisou raspar a cabeça, mas conta que nunca perdeu o bom humor e contou com o esteio de família e amigos para auxiliá-la durante todo o processo. Ao todo, ela passou por menos 3 funções cirúrgicas, além das preparações de quimioterapia e radioterapia. O tratamento foi encerrado no final de março deste ano.

“É dolorido, mas cada um escolhe porquê quer passar. Escolhi passar sorrindo. Ninguém nunca me viu abatida não. As pessoas diziam que nem parecia que eu estava com cancro. Preferia não parecer. Encarei tudo muito, de cabeça erguida ”, comenta Iara, que é consultora de vendas numa empresa de motos em Natal.

Pandemia
A pandemia de coronavírus trouxe uma série de dificuldades em vários segmentos da sociedade e as mamografias e cirurgias de cancro de pomo também foram afetadas em vários lugares do Brasil. No Rio Grande do Setentrião, segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia no Rio Grande do Setentrião, Daniella da Gama Dantas, os procedimentos não foram interrompidos, mas sim, adequados.

“Nossa veras lugar que conseguíssemos ter uma estratégia de continuar os tratamentos. Não paramos de operar cancro. Mas teve lugares no Brasil que precisou fazer essas estratégias. Continua operando os casos suspeitos e com diagnóstico de cancro ”, explica.

Uma pandemia, inclusive, afetou consideravelmente o número de mamografias realizadas em todo o Brasil, segundo dados oficiais do Ministério da Saúde. Entre os meses de abril, maio, junho e julho, os números caíram consideravelmente, em virtude da pandemia, com reduções que variaram entre 68% e 81% nos quatro meses em confrontação ao mesmo período do ano pretérito. Ao todo, esses quatro meses, foram feitas 301.424 mamografias, número que, em média, é obtido em exclusivamente um mês, porquê abril, maio e julho de 2019, que ultrapassaram esse número. “A pandemia gera uma sensação de instabilidade e muitas mulheres escolha de ir ao consultório. Isso é proveniente, mas é preciso retomar o rastreamento o quanto antes para evitar casos avançados no porvir ”, conclui.

Créditos: Alex RégisDaniella da Gama, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia do RNDaniella da Gama, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia do RN

Diagnóstico precoce
Assim porquê vários outros tipos de cancro, especialistas em cancro de pomo preconizam que os cuidados com o corpo e o diagnóstico precoce, com as idas encontradas ao médico ea atenção aos sinais básicos, podem ser determinantes no tocante a ampliação das chances de tratamento. Para aa ginecologista e obstetra, Uiane da Câmara Pinto Azevedo, profissional em imagem da mulher, é necessário que uma mulher tome cuidados durante toda a vida para evitar surgimento de todos os tipos de cancro. No caso do cancro de pomo, se diagnosticado precocemente, a redução de morte por cancro de pomo pode chegar a 41%, assim porquê 25% em tumores avançados (inferior de 2cm), explica, citando estudos internacionais.

“Ações básicas, que todo ser humano deve fazer, e principalmente uma mulher para evitar todo tipo de cancro, principalmente de pomo. Logo é amamentar, não fumar, não consumir bebidas alcoólicas com frequência, fazer atividades físicas, pelo menos 150 minutos de atividade aeróbica por semana, não engordar, principalmente na período da pós-menopausa e ter uma alimento baseada em frutas e verduras ”, exemplifica.

Para a oncologista Danielli Matias, membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, é importante que as mulheres fiquem atentas a pequenos sinais no corpo que podem indicar a presença do cancro, porquê nódulos na pomo e outras alterações, secreções sanguíneas em cicatrolentas, ferimentos que nãoizam , linfonodos nas axilas que não fornecer. “Nem sempre é um nódulo”, explica. Embora seja recomendado para mulheres supra de 40 anos, as mamografias, que são os procedimentos iniciais para se chegar a um diagnóstico de cancro de pomo, também podem ser feitas por mulheres mais jovens, conforme medido um oncologista Danielli Matias, membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

“Tenho pacientes jovens, de 25 anos, 28 anos. A curva da maior incidência é dos 50 aos 70 anos. Mas existem mutações hereditárias, que são uma minoria dos casos de cancro, mas geralmente porquê jovens devem fazer o teste genético para julgar se existe uma mutação relacionada ao risco maior do cancro de pomo e ovário ”, completa.

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